quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Calendários de Novembro

E o calor chega ao país de forma intensa, onde tirar a roupa é normal, achar que vai morrer e ir pro céu também, mas nada que estilo e um pouco de ousadia nessa estação, não deixe um rastro de luxúria no ar, delicie-se....




terça-feira, 7 de outubro de 2014

Campanha BG pela Indiferença Sexual.

O site BG lança sua primeira campanha chamada CPIS - CAMPANHA PELA INDIFERENÇA SEXUAL, para que possamos levar a sociedade mais respeito de uma forma direta e sem vínculo governamental ou político, vamos juntos erguer essa bandeira.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Calendários de Outubro


O mês da balança e do escorpião chegam cheios de descontração do Libriano e do olhar sensual do Escorpiano em calendários super sexys, delicie-se.

Brasil registrou 218 assassinatos de homossexuais em 2014.

Antropólogo afirma que 44% dos casos de morte por homofobia identificados em todo o mundo ocorrem em território brasileiro.


Enquanto no Chile, onde a população total é quase 18 milhões de pessoas, ocorreram quatro assassinatos de transexuais, travestis, lésbicas, bissexuais ou gays (LGBT) no ano passado, no Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, o número foi 313 homicídios, segundo levantamento feito pelo Grupo Gay da Bahia (GGB).

— Comparei esses índices e vi que a chance de um LGBT ser assassinado aqui é 80 vezes maior — explicou o antropólogo Luiz Mott, um dos pioneiros do movimento no país.

Mott é o responsável pela pesquisa feita há mais de dez anos e baseada em notícias divulgadas pela imprensa e denúncias coletadas principalmente em cidades do interior do país, onde as estruturas de garantia de direitos humanos é mais precária. Segundo ele, 44% dos casos de morte por homofobia identificados em todo o mundo ocorrem em território brasileiro.

Só no último mês foram registradas 16 ocorrências. De janeiro até esta terça-feira, foram 218 mortes de LGBT no país, dos quais 71 por tiros, 70 a facadas, 21 espancados, 20 por asfixia, 11 a pauladas e seis apedrejados, entre outros.

Apesar dos números apontarem que a maior parte dos casos envolvem gays (124), Mott explicou que os transexuais são, proporcionalmente, os mais afetados pelos crimes.

— Enquanto os gays representam 10% da população, cerca de 20 milhões, as travestis não chegam a 1 milhão e têm número de assassinatos quase igual ao de gays.

Este ano, 84 travestis foram assassinadas, número bem superior ao de lésbicas (cinco) e bissexuais (dois).

— Nunca se matou tantos gays e, sobretudo, lésbicas, que teve um número muito maior de assassinatos do que em anos anteriores — lamentou Mott.

Ele acredita que a única forma de redução de ocorrências fatais seria a criminalização da homofobia. Luiz Mott ressaltou que há um Brasil cor-de-rosa das paradas gays e um Brasil vermelho “que pode ser representado pelos crimes e por amostras dadas por pessoas públicas como [o candidato à Presidência da República] Levy Fidelix (PRTB). Se ele tivesse falado metade do que disse sobre negros já estaria preso — destacou.

Fidelix declarou em um debate no domingo que homossexuais precisam de atendimento psicológico e comparou a homossexualidade à pedofilia. Desde que a declaração foi feita, quase três mil denúncias de violação dos direitos da população de transexuais, travestis, lésbicas, bissexuais e gays foram registradas pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) por meio de números como o Disque 100 e o Ligue 180, segundo assessoria de imprensa do órgão.

No Congresso Nacional, tramita, desde 2006 um projeto que altera a Lei 7.716, de janeiro de 1989, que trata dos crimes de preconceito de raça ou de cor, criminalizando a homofobia e incluindo a prática na lei. O texto está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado desde o final do ano passado aguardando votação.

ONU deve apresentar estudo sobre violação contra homossexuais

No cenário internacional, o Brasil liderou, ao lado de Uruguai, Chile e Colômbia, uma resolução que foi aprovada na semana passada pela Organização das Nações Unidas (ONU), estabelecendo que a entidade apresente um estudo sobre as violações contra homossexuais ocorridas no mundo.

— Essa resolução é um segmento de uma outra apresentada em 2011 sobre o mesmo tema — explicou Camila Asano, coordenadora de Política Externa da organização não governamental Conectas Direitos Humanos, que desde janeiro de 2006, tem papel consultivo na organização.

Segundo ela, depois da apresentação do primeiro estudo sobre casos de violência, elaborado pela ONU, o tema perdeu espaço nas discussões da organização. Para Camila Asano, a nova resolução é uma maneira de assegurar as conquistas de três anos atrás.

— Os grandes feitos dessa resolução, que o Brasil foi líder junto com a África do Sul, foram reconhecer como direito humano a orientação sexual e a identidade de gênero e de condenar a violência e a discriminação”, explicou.

A coordenadora da Conectas, que acompanhou as negociações na reunião deste ano, em Genebra, lembrou que a diplomacia brasileira precisou redobrar esforços para aprovar o texto que foi aprovado num placar de 25 votos favoráveis, 14 contrários e sete abstenções.

— A resolução acabou gerando uma ira muito forte de países conservadores, como alguns africanos que criminalizam os homossexuais, como os islâmicos. O Brasil teve que usar de toda sua capacidade e vantagem diplomática para fazer a negociação e fazer com que o texto fosse aprovado. É uma vitória histórica — disse.

* Agência Brasil

sábado, 20 de setembro de 2014

Brasileiro se casa com príncipe italiano e passa a ter título de nobreza

O brasileiro Henrique Mollica acaba de se casar com o príncipe italiano Giulio Durini di Monza, na Baía da Guanabara, Rio de Janeiro. Eles mantém um relacionamento há três anos.
De acordo com a coluna da jornalistaHildegard Angel, a solenidade matutina ocorreu seguida de almoço com 14 convidados e foi regada a champagne rosé. Foi "bonita, elegante, íntima e tocante".
Agora, Henrique passa a assinar com o sobrenome de Giulio, Henrique Mollica Durini di Monza. Ele também tem os títulos nobiliárquicos do marido, entre eles o de príncipe Durini e o de marquês.
A juíza responsável foi Vera Bandeira de Mello, que afirmou: "O casamento é baseado na união de duas pessoas diferentes, com afinidades, que seguem juntas por toda a vida, sob a proteção do Estado, o reconhecimento da Lei. A proteção maior, porém, sempre será delas. Elas é que realizam o casamento no dia a dia".
A Família de Durini é uma das mais antigas e importantes da Lombardia, com cardeais, bispos, governadores e prefeitos desde 1644.

Casamento LGBT na terceira idade.

As norte-americanas Vivian Boyack e Alice "Nonie" Dubes chamaram atenção da mídia internacional ao se casarem. Mas não apenas por se tratar de um casal formado por mulheres.

A notícia se dá porque Vivian tem 91 anos e a esposa 90. E mais: estão juntas há pelo menos 70 anos.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, o casal fofo disse "sim" à união no sábado (6) em Davenport, Iowa, Nos Estados Unidos. "Nós vivemos bons momentos", disse Vivian que trabalhava como professora, sobre a esposa, que era bancária.

A reverenda Linda Hunsaker, da Primeira Igreja Cristã, afirmou que a "celebração é algo que deveria ter acontecido há muito tempo". E tem razão. O casal se conheceu em 1942 e se mudaram para Davenport em 1947.

Vale lembrar que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permito em Iowa desde 2009.


Governo brasileiro pede que ONU fiscalize direito dos homossexuais

O governo do Brasil pretende acionar a ONU para que a organização mundial revise de forma permanente as violações contra homossexuais ao redor do planeta. Entretanto, a medida deve receber críticas e não deve ser aceita por diversos governos do mundo que criminalizam a comunidade LGBT. De acordo com o jornal Estado de São Paulo, o projeto pretende submeter às Nações Unidas a defesa dos direitos dos homossexuais na agenda da organização de forma que, a cada dois anos, a ONU divulgue um relatório completo sobre a situação dos homossexuais no mundo. 

Uma votação é prevista para o fim deste mês, no período em que ocorre a assembleia geral. Entretanto, o projeto recebe forte oposição dos países muçulmanos e africanos, liderados por Paquistão e Arábia Saudita. O próprio Itamaraty, que irá propôr a medida, admite que está tendo "sérias dificuldades" para negociar o texto da resolução, apesar de contar com o apoio de vários países da América do Sul e do Ocidente.

domingo, 31 de agosto de 2014

POP FM

CHEGOU UM NOVO CONCEITO DE RÁDIO LGBT, CHEGOU POP FM, COM TODA SUA GRADE VOLTADA AO QUE NÓS GOSTAMOS, UMA RÁDIO INSPIRADA NA SUA ALEGRIA E DIA-A-DIA, OUÇA-NOS E AGITE, POP ESTREIA NA MADRUGADA DE DOMINGO PARA SEGUNDA 1/9. BJUS DELICIAA